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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Estudo observacional conclui que bebidas dietéticas não são inofensivas

... E a indústria refere e defende-se com as limitações dos estudos observacionais. Detalhes aqui:
https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/1199391/beber-esta-popular-bebida-diariamente-aumenta-risco-de-morte-por-avc

Citando:
"A médica e professora Yasmin Mossavar-Rahmani, líder do estudo e docente no Albert Einstein College of Medicine, no Bronx, em Nova Iorque, disse: "A nossa pesquisa e outros estudos observacionais revelam que as bebidas com adoçantes artificiais são perigosas para a saúde e que o seu consumo está associado a um risco bastante significativo de AVC e de ataque cardíaco”."

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Relação entre stress e doenças cardiovasculares melhor compreendida

http://veja.abril.com.br/saude/cientistas-explicam-como-o-stress-aumenta-risco-cardiaco/
Citando:
"Durante o estudo [publicado na Lancet], nas 300 pessoas avaliadas, foi observado que os que apresentavam uma atividade maior na amígdala (parte do cérebro responsável por orquestrar emoções) tinham uma probabilidade maior de desenvolver doenças cardiovasculares – e mais cedo que os outros. Caracterizada como grupos de células localizadas dentro dos lobos temporais mediais do cérebro, a amígdala –duas, localizadas uma de cada lado do cérebro – está ligada a respostas ao medo e ao prazer, tanto em homens como em animais.
De acordo com os pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, stress pode ser um fator de risco tão decisivo como fumo e pressão alta, e uma atividade maior nesta região ajuda a explicar a ligação. Os cientistas sugerem que a amígdala sob stress envia sinais para a medula óssea, para que esta produza mais células brancas para o sangue. Estas células vão causar inflamação nas artérias e isto pode causar ataques cardíacos, angina e derrames. Quando exposta a estresse, esta parte do cérebro parece funcionar como uma boa forma de prever a ocorrência de eventos cardiovasculares. No entanto os pesquisadores de Harvard afirmam que ainda são necessários mais estudos para confirmar esta sequência de reações."
(...)
"A pesquisa descobriu que os que relataram os níveis mais altos de stress apresentavam também os níveis mais altos de atividade nas amígdalas e mais sinais de inflamação no sangue e nas artérias."

sábado, 11 de junho de 2016

Poluição atmosférica ligada pela primeira vez a ataques debilitantes

http://m.timesofindia.com/life-style/health-fitness/health-news/Now-air-pollution-linked-to-strokes/articleshow/52699544.cms
Citando:
"Findings of the study show 90.5% of the stroke burden was attributable to "modifiable factors" such as smoking, eating too much sugar and not exercising enough, as well as the associated health problems, such as diabetes and heart disease.

 Doctors say changing lifestyle and habits in developing countries is a major concern for increasing burden of non-communicable diseases.

 The study also listed air pollution as a "modifiable factor", indicating efforts by the government and people can make a difference."
(...)
"Globally, about 15 million people suffer strokes every year, of which nearly 6 million die and 5 million are left disabled including loss of vision or speech, paralysis and confusion."

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Recuperação de mobilidade com células estaminais depois de AVC (até 3 anos depois)

A fonte da notícia é chinesa mas já a vi noutros lados (e o pequeno estudo é de Stanford):
http://news.xinhuanet.com/english/2016-06/06/c_135414635.htm


Citando: "In an "unprecedented" clinical trial, U.S. researchers have successfully reversed the long-term debilitating effects in some of the stroke patients by injecting stem cells directly into their brains.
"This wasn't just, 'They couldn't move their thumb, and now they can,'" lead author Gary Steinberg, professor and chair of neurosurgery at the Stanford University School of Medicine, said in a statement.
"Patients who were in wheelchairs are walking now," said Steinberg, who led the 18-patient trial and conducted 12 of the procedures himself."
(...)
"The stem cells, called SB623, are derived from the bone marrow of adult donors and modified to beneficially alter the cells' ability to restore neurologic function."