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terça-feira, 3 de setembro de 2019

Propionato e obesidade?


https://gizmodo.com/a-common-preservative-in-cheese-and-bread-could-negativ-1834278066

Quoting:
"In humans, the relationship with propionate is more mysterious. Some studies have suggestedthat propionate and other short-chain fatty acids naturally produced by the body’s gut bacteria can actually help us maintain a healthy metabolism, suppress appetite, and reduce the risk of obesity. But other studies have suggested that people who have more propionate in their system are more likely to be obese."

Estudo:
https://stm.sciencemag.org/content/11/489/eaav0120

domingo, 26 de março de 2017

Ai o pão dos nossos (meus?) avós?

https://www.publico.pt/2017/03/26/sociedade/noticia/esta-a-comecar-a-revolucao-do-pao-em-portugal-1766237

Citando:
Sobre a lista de ingredientes:
" “Os rótulos são cada vez mais difíceis de perceber. E o pão das multinacionais anuncia-se como ‘rústico’, ‘dos nossos avós’, ‘da aldeia’, ‘da Idade Média’, mas se lermos o rótulo e virmos que estão lá mais do que quatro ingredientes, temos de perceber que alguma coisa não está certa. E ou queremos ou não queremos”, conclui Mário."

Sobre a moagem não industrial e o trigo barbela:

"Há quem semeie trigos antigos como o barbela, há quem aposte na recuperação de moinhos tradicionais, há cada vez mais gente a aprender o ofício de padeiro e interessada nas formas artesanais de fazer pão, com leveduras naturais e fermentações longas. (...) duas espigas de trigo. “Repare”, diz, exibindo uma delas, “este é um trigo moderno, modificado, veja a espiga, a diferença que é o resultado da manipulação”. É uma espiga compacta, de bagos cerrados. De seguida, João Vieira exibe outra de bagos mais abertos. “Este é um trigo antigo, o trigo barbela, que tem menos bagos numa mesma espiga, mas traz mais nutrientes e é muito rico em óleos naturais.”

(...)

“Nunca tinha feito pão com trigo barbela e a primeira vez que comecei a amassar a farinha começou a largar óleo, a agarrar-se às mãos e a ficar escura”, conta Adolfo.(...) É um trigo excepcional para o nosso país, onde não abundam terras férteis para o trigo nem a chuva. Tem a vantagem de resistir bem às alterações climáticas e à seca e produz bem seja no Norte, no Sul ou no Centro. E tem um sistema radicular em profundidade, o que significa que vai buscar os nutrientes à terra em profundidade (...)"

No seu moinho faz uma farinha 110, “mais grossa, mais amarelinha”, que preserva mais o cereal. Mas, lamenta, “as pessoas querem a farinha cor de neve, não querem as vitaminas nem o sabor nem as fibras”. E conclui: “Quando tenho farinha de moinho e faço pão, aquele cheirinho do pão a cozer é imbatível.”".

Pão à moda antiga?

E com menos aditivos do que os que se encontram nas grandes superfícies (assustador, nalguns casos com mais de 7 ingredientes extra, números E):
https://www.publico.pt/2017/03/04/sociedade/noticia/mudar-o-mundo-um-pao-de-cada-vez-1763430

Citando:
"“Dado que a complexidade não surgirá através da adição de ingredientes, o foco tem que ser na fermentação.”

Sim, é verdade que dá grande importância aos cereais que utiliza, procurando variedades antigas como o trigo-barbela ou o centeio-verde, mas, insiste, o que é realmente importante é a fermentação. “Não basta ser longa. Também existem fermentações longas com fermento de padeiro. O que é realmente importante é usar um fermento natural, cujos micro-organismos são endógenos do próprio cereal.”"