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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Detecção precoce de Alzheimer?

Por análises ao sangue?
https://observador.pt/2019/01/23/alzheimer-pode-ser-detetado-ate-16-anos-antes-dos-primeiros-sintomas-com-um-teste-sanguineo-diz-estudo/

Citando:
"detetar a doença de Alzheimer até 16 anos antes de os primeiros sintomas, como a perda de memória e a confusão, surgirem. O estudo foi publicado esta segunda-feira na revista científica Nature Medicine.

Como é que uma análise ao sangue permite detetar uma doença neurodegenerativa? Segundo a investigação, através da medição dos níveis de uma proteína chamada Neurofilamento de Cadeia Leve (NFL, na sigla em inglês), que se trata de “uma marca no sangue que dá indicações das perdas de células no cérebro”, explicou Mathias Jucker, líder da investigação e professor de biologia celular de doenças neurológicas, citado pela CNN. Esta proteína acumula-se no sangue dos doentes muito antes de a doença se manifestar e serve também para detetar sinais de lesões cerebrais associadas a outras doenças, como a esclerose múltipla."


sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Movimentos do olho e esclerose múltipla...

https://ovilaverdense.pt/uminho-demostra-que-olhos-revelam-alteracoes-cognitivas-nos-doentes-de-esclerose-multipla/

Citando:
'Na prática, – acrescenta a Universidade – “as pessoas diagnosticadas com aquela doença levaram mais tempo a iniciar o movimento ocular e, depois, a fixar com precisão o alvo visual. Por outro lado, ao olharem voluntariamente para outra direção, por exemplo, para o lado esquerdo quando uma luz piscava no lado direito, mostraram mais dificuldades a fazê-lo face a pessoas sem aquela doença”.
A pesquisa mostrou assim que aqueles movimentos oculares são um marcador quantitativo de danos neurais, ao comprometer a capacidade de inibir ou controlar as respostas impulsivas (ou automáticas) da pessoa com esclerose múltipla."
(...)
"esperança de vida é de menos cinco a dez anos face à média nacional. A patologia ainda sem cura deve-se à combinação de fatores ambientais, genéticos e infeciosos, como faltar vitamina D, contrair o vírus Epstein Barr e ter alguns genes sinalizados. O tratamento é multidisciplinar, envolvendo às vezes fármacos (para prevenir surtos, proteger o cérebro e a progressão da incapacidade) e, quase sempre, reabilitação (fisioterapia, ginástica, natação, treino cognitivo, atividades sociais, banhos de sol), que pode melhorar significativamente a qualidade de vida do doente"

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Mutação de gene associada a certo tipo de Esclerose Múltipla

http://www.bbc.com/news/health-36416531
Citando:
"The mutation is in a gene called NR1H3, which makes a protein that acts as a switch controlling inflammation.
In MS the body's immune system mistakenly attacks the protective layer of myelin that surrounds nerve fibres in the brain and spinal cord, leading to muscle weakness and other symptoms."
(...)
"The researchers believe stopping the inflammation early might prevent or delay the disease. They already have drugs in mind that might do this by targeting the NR1H3 gene pathway.
These drugs are in development for other diseases, including cardiovascular disease and diabetes."
(...)
"[This MS] variant itself is rare and most people with MS won't have it. "

Parar a esclerose múltipla? - Estudo / Tratamento

http://www.bbc.com/news/health-36490315
Citando:
"The condition causes the immune system to attack the lining of nerves in the brain and spinal cord. Most patients are diagnosed in their 20s and 30s.
One existing treatment is for the immune system to be suppressed with chemotherapy and then stem cells are introduced to the patient's bloodstream - this procedure is known as an autologous haematopoietic stem cell transplant (HSCT).


(...)
But in this study, Canadian researchers went further - not just suppressing the immune system, but destroying it altogether.
It is then rebuilt with stem cells harvested from the patient's own blood which are at such an early stage, they have not developed the flaws that trigger MS.
The authors said that among the survivors, over a period of up to 13 years, there were no relapses and no new detectable disease activity."
(...) "1 person died".