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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Apêndice e Parkinson?

https://www.publico.pt/2018/10/31/ciencia/noticia/tirar-apendice-reduz-risco-parkinson-20-1849475
Citando:
"Primeiro que tudo, saiba que o apêndice não é assim tão inútil. De facto, pode-se viver bem sem ele, mas há vários estudos que demonstram que também pode desempenhar um papel importante para o nosso sistema imunológico e não só. Dito isto, avancemos para a tal aparente “coincidência”.
Na verdade, o apêndice e a doença de Parkinson partilham um importante elo comum: a alfa-sinucleína. Já se sabia que existe uma proteína chamada alfa-sinucleína que se acumula (de forma tóxica) no cérebro dos doentes de Parkinson e de outras doenças neurodegenerativas. Porém, ainda não se percebeu por que é que essa acumulação acontece. De acordo com este novo artigo, o apêndice actua como um importante reservatório para alfa-sinucleína, que está intimamente ligada ao início e à progressão de Parkinson."

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Peixe espada e risco de ELA (a doença de Stephen Hawking)?

http://www.dailymail.co.uk/health/article-4244550/Eating-swordfish-double-risk-MND.html

Citando (sobre a MND):

"Motor neurone disease, also known as amyotrophic lateral sclerosis (ALS) is a rare condition that progressively damages parts of the nervous system.

it is also known as Lou Gehrig's disease after the condition was named after the US baseball player when he was diagnosed in 1939 at just 36 years old.

It occurs when specialist nerve cells in the brain and spinal cord called motor neurones stop working properly - known as neurodegeneration.

Life expectancy for about half of those with the condition is three years from the start of symptoms.

However, some people may live for up to 10 years, and in rarer circumstances even longer.

The condition can affect adults of all ages, including teenagers, although this is extremely rare.

It's usually diagnosed in people over 40, but most people with the condition first develop symptoms in their 60s. It affects slightly more men than women.

There's currently no cure for motor neurone disease.

Treatment aims to make the person feel comfortable and have the best quality of life possible

It also tries to compensate for the progressive loss of bodily functions such as mobility, communication, swallowing and breathing."