Mostrar mensagens com a etiqueta Obesidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Obesidade. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Agentes anti-obesidade?

Café e chá mate (em estudo novo em ratos):
https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/1385285/beber-este-numero-de-cafes-por-dia-previne-aumento-de-peso

Citando:
"A quantidade de cafeína por dose no chá mate varia entre os 65 e os 130 miligramas, comparativamente a 30 a 300 miligramas de cafeína presentes numa chávena de café, de acordo com o estudo.

Decréscimo nos níveis de células gordas

Adicionalmente, os cientistas administraram ainda aos animais cafeína sintética e cafeína extraída do café.

E concluíram que independentemente da fonte, a cafeína teve a capacidade de diminuir a acumulação de lípidosnas células gordas entre 20 a 41%.

No final da experiência, a equipa afirmou que a quantidade de gordura corporal nos ratos que haviam consumido cafeína comparativamente àqueles que não tinham sido alimentados com a substância “diferia significativamente”.

O estudo, publicado no periódico científico The Journal of Function Foods, conclui que as bebidas analisadas “podem ser consideradas agentes anti-obesidade”."

sábado, 11 de maio de 2019

Microbioma e obesidade

https://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2019/05/10/internas_cienciaesaude,787301/cientistas-descobrem-em-micro-organismos-nova-esperanca-contra-a-obesi.shtml

Citando:
"
No estudo, os cientistas analisaram 22 pacientes com obesidade e que não apresentavam outros problemas de saúde comumente associados à enfermidade, como diabetes e doença hepática. Durante 12 semanas, metade dos participantes tomou cápsulas contendo matéria fecal de um doador magro, e o restante ingeriu cápsulas de placebo. Os pesquisadores procuravam detectar mudanças no hormônio intestinal chamado peptídeo tipo glucagon 1 (GLP1), que está ligado ao reflexo da saciedade — a sensação de ter comido o suficiente. Nos resultados iniciais, não observaram diferenças na perda de peso ou no hormônio GLP1.

Duas alterações na microbiota dos participantes, porém, chamaram a atenção: diminuição na quantidade de um ácido biliar relacionado a resistência à insulina e alterações nas amostras de fezes dos participantes — a composição ficou mais similar a do doador magro. Essas alterações, segundo os cientistas, apontam para a possibilidade de gerar intervenções metabólicas ao manipular a microbiota humana. “Nosso estudo adiciona um primeiro passo encorajador na tentativa de entender o papel do microbioma intestinal em pessoas metabolicamente saudáveis com obesidade. Esperamos que isso sirva para terapias mais direcionadas no futuro”, ressalta Allegretti."

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Estudo tenta relacionar passos dados com obesidade

... usando os acelerómetros dos telemóveis:
http://www.bbc.com/news/health-40570442

Citando:
"The key ingredient was "activity inequality" - it's like wealth inequality, except instead of the difference between rich and poor, it's the difference between the fittest and laziest.

The bigger the activity inequality, the higher the rates of obesity.

Tim Althoff, one of the researchers, said: "For instance, Sweden had one of the smallest gaps between activity rich and activity poor... it also had one of the lowest rates of obesity."

The United States and Mexico both have similar average steps, but the US has higher activity inequality and obesity levels."

quinta-feira, 16 de março de 2017

Inquérito alimentar nacional (PT)

Os resultados do inquérito alimentar nacional realizado em 2015 e 2016, actualizando o último (de 1980) mostram um país em que 6 em cada 10 são obesos (ou pré-obesos) e mostra ainda que não seguimos a dieta mediterrânea (carne a mais, açúcar a mais, sal a mais, álcool a mais):

Infografia: http://www.dn.pt/portugal/interior/ha-5-de-idosos-em-portugal-que-bebem-mais-de-um-litro-de-alcool-por-dia-5727718.html#media-2

http://visao.sapo.pt/opiniao/bolsa-de-especialistas/2017-03-16-Ja-temos-a-radiografia-alimentar-de-Portugal

https://www.publico.pt/2017/03/16/sociedade/noticia/portugueses-comem-muita-carne-e-abusam-do-acucar-1765365

http://www.dn.pt/portugal/interior/ha-5-de-idosos-em-portugal-que-bebem-mais-de-um-litro-de-alcool-por-dia-5727718.html

segunda-feira, 6 de março de 2017

Stress leva a obesidade?

Níveis de cortisol elevado (por stress prolongado) podem levar a excesso de peso ou será ao contrário (R: não se sabe ainda)? E pode-ser ser obeso e viver mais que pessoas com IMC mais saudável (R: aparentemente sim):
https://www.theguardian.com/lifeandstyle/2017/mar/06/is-it-possible-to-be-healthy-and-obese-stress

Citando:
" Long-term stress raises cortisol levels, and the researchers found that the larger volunteers had higher levels in their hair. So does this mean we can attribute obesity to stress and, if so, what can we can do about it?

The idea itself isn’t new. Cortisol is produced by the adrenal glands that sit on top of the kidneys. It plays a vital role in keeping glucose levels in the bloodstream in a steady state. When we are stressed or threatened, cortisol levels rise to release more glucose from stores in the liver, so we have more fuel to fight or run for our lives. Too much cortisol means too much glucose floating around and if it doesn’t get used, the excess is stored as fat."
(...)
Algumas perguntas ainda por responder:
"Is the raised cortisol a cause or an effect of obesity? Will lowering levels prove an effective treatment? And will we ever be able to stem the rising tide of obesity? Furthermore, is it actually that bad to be fat? Some might point to a studyshowing that older people who are overweight (BMI 25-30) live longer than those of normal weight and that the optimal BMI is 27. What they don’t say is that many of those will tip into being obese (a BMI of more than 30) as time goes on. "

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Mutação em gene faz preferir comida mais calórica

http://www.telegraph.co.uk/science/2016/10/04/scientists-discover-fat-craving-gene-after-hosting-all-you-can-e/


Citando:
"Scientists have found a gene mutation which makes fatty foods irresistible, and even causes carriers to reject low-calorie versions of the same meal - even when it looks and tastes identical."


Sobre o gene MC4R:
"British scientists have identified a section of genetic code that makes half the population more vulnerable to obesity, diabetes and heart disease.

Those carrying the sequence are on average 4.4lb (2kg) heavier than those who lack it, with 2cm larger waistline, and a tendency to become resistant to the effects of insulin - which can lead to Type 2 diabetes.
The DNA sequence - carried by 50 per cent of the UK population - is a third more common among people of Indian Asian ancestry than among Europeans, say researchers."


Fonte:
http://www.telegraph.co.uk/news/1929032/Half-of-people-carry-fat-gene.html

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Obesidade e microbioma fecal

... Que pode ser herdado:
http://www.express.co.uk/life-style/health/715253/visceral-fat-obese-weight-losss-bacteria-human-faeces-gut-biome
Citado:
"The scientists' analysis of stool samples in a study of more than 3,600 twins found evidence that some of this bacteria is inherited.
Scientists said their findings provide further evidence of possible genetic influences on obesity, through heritable bacteria found in the faecal microbiome."

terça-feira, 9 de agosto de 2016

As calorias que ingerimos podem estar subestimadas (PDF)

O problema não é exercício a menos, são calorias a mais (e os fabricantes não ajudam porque confiam que as contamos):
http://theconversation.com/is-it-our-fault-if-we-eat-too-many-calories-63730


Citando:
"The mystery of two conflicting stats was recently solved. On the one hand, official statistics show a decline in calorie consumption across the UK over the last 40 years and, on the other, the population has gained weight over the same period; obesity is on the rise.
The answer comes from the Behavioural Insights Team, a former government policy unit, which reported an increase in the number of people under-reporting the number of calories they consume. People are buying more food and eating as much as 1,000 calories a day more per person than surveys would suggest. And the way that food is marketed offers a number of insights for why this is the case.
The false message from the statistics is not altogether surprising. The main reasons listed in the report are that calorie intake is under-reported, particularly by obese people, increased snacking (which is often not taken into account when people report their calorie intake), and a problem with people eating more than the recommended portion size."
Referido também o halo effect: Se eu comer uma folha de alface, posso comer um prato de batatas fritas.
Os fabricantes / restaurantes também têm de ajudar: Se uma pizza tem 1000 calorias, quem é que come apenas uma quarto de pizza?


Relatório (PDF):
http://38r8om2xjhhl25mw24492dir.wpengine.netdna-cdn.com/wp-content/uploads/2016/08/16-07-12-Counting-Calories-Final.pdf

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Há alguma ciência nisto? - PÚBLICO

Há alguma ciência nisto? - PÚBLICO


Gosto do Público desde o início porque o Público consegue meter uma notícia destas como notícia de capa (que é). A hiperligação de cima aponta para um artigo muito interessante que fala do reconhecimento de que as orientações nutricionais nos EUA das últimas décadas foram um desastre completo, mas que apesar de todas as evidências, não é fácil mudar de um dia para o outro (para melhor).

O artigo fala de uma série de notícias relacionadas (com links), do desastre que foram as orientações e que levaram a que uma percentagem incrível da população (americana) esteja obesa ou com Diabetes Tipo 2, em colocar o lobo a guardar o rebanho...

Fala ainda da indústria (alimentar, incluindo a de produção de carne, a de produção de leite, etc.). Diria que vale a pena ler o artigo de capa.


domingo, 12 de outubro de 2014

Relação entre Fome e Obesidade

Um artigo interessante saiu na NG tenta explicar o facto de nos EUA as pessoas mais pobres (e com maior probabilidade de passar mais fome) serem os mais obesos o que é aparentemente um contra senso.

"The New Face of Hunger", August 2014, National Geographic (US Edition).

Uma linha de explicação explorada é a de que as pessoas sujeitas a ajuda alimentar nos EUA a recebem na forma de comida processada (menos saudável) com muito teor de sal, açúcar e gorduras.
Por outro lado, a comida mais barata é frequentemente processada (fast-food), o que não quer dizer que não se consiga comer barato e de forma saudável. Para isso é preciso literacia.

Outro factor explorado é o facto de 43000 casas em Houston não terem carro e estarem mais de meia milha de um supermercado. Isso aliado à escassez de mercearias e abundância de restaurantes de fast food a cada esquina faz com que as pessoas comam o que não devam e vivam num "food desert".

O artigo começa com uma pergunta de página inteira: Porque estão as pessoas mal nutridas no país mais rico do mundo?

Google for it.

sábado, 23 de agosto de 2014

Combater a obesidade infantil com... prato mais pequeno


É uma táctica que já uso por iniciativa própria em casa com as crianças e que aparentemente parece fazer sentido.

http://www.dailytimes.com.pk/entertainment/24-Aug-2014/give-children-small-plates-at-mealtimes-to-cut-obesity