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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Sexo oral e cancro (HPV)?

https://zap.aeiou.pt/sexo-oral-cancro-224429

Citando:
"Homens com cinco ou mais parceiros de sexo oral têm prevalência de infeção oral de HPV de 7,4%. Aqueles com dois a quatro parceiros tinham 4% de risco de ter o vírus. Já homens que fizeram sexo oral com um ou zero parceiro tinham 1.5% chance de apanhar o vírus.

Porém, fumar aumentou o risco para todos os homens. Quem tinha mais de cinco parceiros e fumava tinha 15% de risco e quem tinha entre dois e quatro parceiros tinha 7,1% de risco.

“(...) a infeção oral com o causador de cancro HPV era raro em mulheres, independente de quantos parceiros de sexo oral tinham. Entre homens que não fumam, esse tipo de cancro era raro em quem tinha menos de cinco parceiros de sexo oral”"


sábado, 28 de julho de 2018

Cancro da cabeça, pescoço e garganta

https://www.noticiasmagazine.pt/2018/na-cabeca-no-pescoco-ha-30-areas-cancro-pode-desenvolver/

Citando:
"O cancro da cabeça e pescoço pode localizar-se em várias zonas: na cavidade oral, orofaringe, hipofaringe, nasofaringe, laringe, seios perinasais, glândulas salivares e envolvimento das cadeias ganglionares cervicais por um tumor primário oculto, iniciando-se, geralmente, na mucosa e crescendo por infiltração local. O Dia Mundial do Cancro da Cabeça e Pescoço é assinalado nesta sexta-feira.

Os principais sinais podem facilmente ser confundidos com sintomas de outras doenças. “Os sintomas mais comuns são um inchaço ou uma ferida na cavidade oral, dificuldade em engolir, dores de ouvidos, rouquidão ou dores de garganta que não resolvem e persistem por mais de três semanas”, adianta à NM Ana Castro, presidente do Grupo de Estudos do Cancro da Cabeça e Pescoço.

“Contudo, podemos falar ainda de outros sinais de alerta, como o aparecimento de manchas brancas ou vermelhas nas gengivas, palato, língua ou parede interna da cavidade oral, obstrução nasal permanente, dores de cabeça persistentes e um aumento de volume de glândulas salivares”, acrescenta.

Embora 85% das vítimas continuem a ser fumadores ou ex-fumadores, este cancro afeta pessoas mais jovens, entre os 30 e os 45 anos, que não fumam e não bebem.


O tabaco, a ingestão crónica de bebidas alcoólicas, a má adaptação crónica de próteses dentárias, má higiene oral e a imunossupressão – por exemplo nos indivíduos submetidos a transplante de órgão e nos doentes com infeção pelo VIH – são fatores de risco.
"